segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Chapter 3 - You Know You Could, I Wish You Would

Primeiramente, peço desculpas pelo atraso nos updates e prometo tentar atualizar o mais rápido possível.
Vamos conhecer Sophie, shall we?

(:

Sugestão de música: John Mayer - Gravity

----------------------------------------------------------------------------------------------

Eu estacionei junto a entrada de meus pais, com um sorriso no rosto.

Os almoços de domingo eram definitivamente o ponto alto da minha semana – normalmente preenchida com sessões de filmes antigos, que terminavam sempre com Taylor e eu desmaiados no meu sofá; Havia um limite para a quantidade de chocolate que duas pessoas conseguiam ingerir antes de perderem suas capacidades motoras.

“Cheguei!” Gritei, enquanto entrava na sala.

“Na cozinha, querida!” A voz de mamãe soou em resposta.

Eu passei por meu pai, entretido em alguma conversa com Claire.

Claire era a esposa de Greg, meu irmão mais velho – bem dois minutos mais velho, pelo menos; Gregory e Robert, meu irmãos mais velhos eram gêmeos.

Claire e Greg haviam se casados a alguns anos e esperavam agora o primeiro bebê da família.
No casamento dos dois, Robert havia conhecido a melhor amiga de Claire, Summer, e agora nós esperávamos pelo próximo casamento.
Quando Robert tivesse coragem o suficiente de fazer o pedido é claro.

Me aproximei de minha mãe que terminava o almoço com a ajuda de Summer, enquanto os meninos – 30 anos de idade física, 12 de idade mental – jogavam videogame em algum lugar da casa.

“Bom dia minha querida, como está minha filha preferida ?”

“Continuando a ser sua única filha, mãe.” Eu sorri “Bem, e você?”

“Atrasada, e esperando que seu irmão seja útil e vá ao mercado para mim.” Mamãe se aproximou me beijando no rosto “Onde está Taylor?”

Suspirei.

“Trabalhando, como sempre.” Falei “Ele prometeu tentar passar aqui mais tarde.”

“Claro.” Mamãe disse antes de tocar minha nuca com cuidado “E como vai essa cabeça?”

Eu revirei os olhos.

“Eu estou bem, mãe. Taylor exagera, você sabe disso. ” Disse, me afastando para meu canto na cozinha, tentando sufocar as lembranças que as palavras de minha mãe me trouxeram.

Noah, suspirei.

Minha mão invariavelmente tocou minha nuca, onde não havia nada, nem mesmo um calo pra me lembrar daquele dia.

Era como se nunca tivesse acontecido.
E no entanto, nada nunca me foi tão real.

Deixei meus pensamentos vagarem por alguns minutos, na lembrança de seu rosto, da nossa conversa, e de tudo aquilo que podia ter sido.

Me forcei a me concentrar no trabalho que estava fazendo.

Talvez eu estivesse lendo livros demais.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------


"Mãe" Eu chamei atravessando a cozinha em direção a dispensa "Greg trouxe o que eu pedi do mercado?"


Sorri orgulhosa para a fileira de cupcakes alinhados na bancada, esperando para serem confeitados.

Eu não era boa em muitas coisas - mas sabia fazer uma cupcake como ninguém.


Era só mais um dos meus "Talentos inúteis" - carinhosamente classificados por Taylor: adivinhar pelo telefone quantas garrafas de cerveja ele havia tomado, descobrir qualquer livro lendo apenas uma frase do mesmo e cupcakes.


"Gregory" Mamãe chamou "Você trouxe o que sua irmã pediu?"

Não houve resposta.


"É claro que não." Eu murmurei.

Soltei meu avental, me virando em direção à sala e pegando as chaves do carro.


"Desculpa Bunny"

Meu irmão teve a decência de parecer envergonhado enquanto eu passava por ele.


Com um tapa merecido na nuca de Greg, eu abri a porta.

Robert me interceptou, antes que eu pudesse sair.


"Eu vou ao mercado com você, Bunny."


"Não precisa, Rob. Você não consegue diferenciar um morango de uma caixa de biscoitos mesmo."


Continuei meu caminho até os carros estacionados na calçada, sem esperar por resposta.

Robert segurou meu braço, bloqueando minha visão da casa e falando baixo.


"Eu preciso conversar com você."


Eu conhecia meu irmão bem o suficiente pra saber que o assunto era sério.

Acenei, e entrei no banco do carona.

Sempre fui próxima de meus irmãos - sempre me senti como se eles fossem às únicas pessoas do mundo que falassem a mesma língua que eu.


Até conhecer Taylor.


Esperei que o carro saísse da casa de nossos pais, antes de dizer algo.


"Robert" Toquei seu braço gentilmente "O que você tem?"


Eu estava genuinamente preocupada – Rob era o gêmeo que havia herdado qualquer traço de seriedade, mas eu nunca havia visto um olhar tão intenso nele como quando ele disse que nós precisávamos conversar.


Ele se virou pra mim e sorriu, procurando por algo no bolso traseiro.

Robert trouxe a frente uma caixinha de veludo, e antes que ele a abrisse eu sabia do que se tratava.


"Oh meu deus. Rob..." Eu tentei fazer com que algo mais saísse da minha cabeça, mas só conseguia encarar o anel que descansava aninhado no cetim.


Ele sorria com todos os dentes para mim.


"Eu vou pedir a mão dela, Bunny." Rob falou num suspiro orgulhoso. "Eu não consigo imaginar nenhum tipo de vida longe dela. Eu simplesmente... Não vejo mais ninguém. Eu não faço sentido sem ela."


Eu não era do tipo romântico – de forma nenhuma. Mas provavelmente, eu encarava meu irmão como se estivesse tendo um aneurisma naquele momento.


"Rob..." Eu suspirei "Isso é lindo. Vocês vão ser muito felizes, irmão."


Não era como se eu não acreditasse no amor, eu sabia que ele existia – o via nos olhos dos meus irmãos, e de meus pais até hoje. Só não acreditava que ele fosse pra mim.

Eu havia estado em relacionamentos antes, e cheguei à conclusão que simplesmente não havia sido feita para aquilo.

Nunca houve algo em nenhum deles que me fizesse ficar.

Então eu havia desistido e chegado à conclusão de que, Taylor e eu, por mais disfuncional que pudesse ser, era o melhor relacionamento que eu teria nessa vida.


Rob sorriu e passou um braço pelos meus ombros e me beijando na cabeça e sorrindo claramente nervoso.


"Na verdade" ele começou "Summer tem que dizer sim primeiro."

Eu bufei.


"Como se ela fosse lhe dizer não." Ele sorriu, e eu continuei, com minha melhor cara séria "Aliás, se você estiver disposto a me dar esse anel, eu digo sim também."


Rob sorriu, enquanto se desfazia do meu abraço, cantarolando junto a uma música qualquer no rádio.


"Então, Bunny" Ele me olhou de soslaio "Gregory e Claire já estão prestes a ter o bebê... Summer e eu vamos nos casar... Pode ser só impressão minha, mas você está ficando pra titia..."


Eu chutei sua perna, e dei um sorriso duro.


"Não seja convencido, estou começando achar que se a Summer tem o mínimo de inteligência, ela vai te dizer não. E..." continuei "eu vou ser um ótima tia."


"É sério, Bunny. Se eu não soubesse que o Taylor é... bem, o Taylor, eu ia acreditar que ele está te enrolando."

Rob estacionou o carro, e eu abri a porta jogando uma parte da lista de compras em cima dele.


"Cala a boca."

Eu ignorei as risadas de Robert atrás de mim, enquanto entrava pelo supermercado, me focando no que eu tinha que achar.


- Morango.

- Leite Condensado

- Nozes.

- Chocolate.


Noah.

Noah?!


Eu me obriguei a voltar um passo.

Noah.


Ele estava parado na frente da sessão de rações, e tinha uma lista amassada em uma das mãos, enquanto a outra corria entre seus cabelos.

Seus dedos se perdiam nos fios, e a camiseta preta abraçava seu corpo.

Tudo o que eu conseguia pensar era que esse homem conseguia ser sexy até escolhendo ração.


Foi a primeira coisa que eu reparei nele.


Ele era lindo, obviamente, e seus olhos azuis me tiravam um pouco do foco.

Mas cada pequeno movimento que ela fazia, era incrivelmente sexy.


Senti minhas bochechas esquentarem, enquanto me aproximava dele; Ele estava de costas para mim e ainda não havia me notado.


Noah e apoiou um saco de ração nos ombros, enquanto resmungava baixinho.


- Se nós estamos pensando no mesmo cachorro, é melhor você pegar dois desses.


Seu corpo se tencionou assim que eu falei, e por um segundo, ele pareceu hesitar antes de se virar para mim.

E então ele sorriu. E eu perdi qualquer linha de raciocínio.


"Você está me seguindo." Ele disse ainda sorrindo.

Eu levantei uma sobrancelha em descrença, e ri.


"Claro" Eu observei o peso sobre seus ombros e me pus a organizar os itens no carrinho dele, pra que ele encaixasse o saco de ração ali "Porque nós temos tantas opções de supermercados nessa cidade."


Noah riu e voltou a caminhar, me acompanhando.

Eu mordi os lábios, tentando não sorrir.


"Se ele continuar a comer desse jeito..." Eu comecei.


"Eu sei..." Noah suspirou dramaticamente "Eu vou ter que abrir minha própria fábrica de ração."


Eu ainda ria quando ele parou pra escolher frutas, verduras e legumes, e eu observei como ele parecia realmente saber o que estava escolhendo.


"Você cozinha?" Perguntei.

Noah sorriu, enquanto pressionava um tomate nas mãos.


Maldito tomate de sorte.


"Eu tenho que cozinhar." Ele respondeu, sorrindo "Eu moro sozinho... é isso ou viver de comida pronta."

Eu baixei os olhos rapidamente. A segunda opção fazia muito mais sentido pra mim.


Noah permaneceu em silêncio, e quando o olhei novamente ele me encarava boquiaberto.

Eu escondi o rosto nas mãos.


"Sophie" ele falou divertido "Você vive de comida pronta."

Eu tentei parecer envergonhada.


"Tudo bem, é oficial. ISSO" ele apontou para nós dois, sorrindo "Não é um encontro. Eu não me relaciono com pessoas cuja base alimentar é lasanha congelada."


"
Ei!" choraminguei "Eu posso não ser boa em tudo, mas meus cupcakes irão fazer você se curvar diante de minha genialidade."

Noah me deu um sorriso desconfiado.


"Isso é algo que eu gostaria de ve..."

Antes que Noah terminasse a frase, nós fomos interrompidos por meu irmão.


"Bunny, você pode me ajudar? Eu não faço a menor idéia do que seja cream... Oh, desculpe."

Eu fechei os olhos em descrença, fazendo uma nota mental pra agradecer Rob mais tarde. Com agressão física de preferência.


"Bunny?"

Noah sussurrou pra mim, enquanto estendia a mão para meu irmão.


"Olá" Ele disse sorrindo "Noah."

Tudo bem, Talvez Noah estivesse atrás do mesmo tipo de agradecimento que Robert iria receber.


"Robert, Prazer. Irmão mais velho da Sophie."


Eu me virei, olhando para Rob, e ele tinha o mesmo tipo de olhar de quando encontrou meu diário na sexta série: Eu sei o que você fez no verão passado e pretendo te envergonhar por isso.


"Então, Noah..." Ele começou, e eu me esforcei para não mandá-lo calar a boca "Você é novo na cidade? A Bunny não falou nada sobre você."


Ótimo. Bom começo, Rob.

Noah me olhou com a sobrancelha erguida, e voltou a encarar meu irmão.


"Eu e a Bunny... nos encontramos apenas algumas vezes.” Uma vez, eu pensei comigo mesma. Uma vez apenas e não em reconhecia mais. “Eu sou novo na cidade, mas só estou de passagem. Eu sou o engenheiro da obra do novo shopping.”


“Entendo..." Meu irmão respondeu. Eu quase conseguia ouvir as engrenagens da sua cabeça funcionarem "Bom, nada impede que sua passagem por aqui seja agradável. Bunny, porque você não convida Noah para o almoço? Tenho certeza que a mamãe adoraria conhecê-lo."


Meu irmão piscou pra mim.

Homicídio. Não parecia tão ruim agora.


"É claro." Eu sorri meu melhor sorriso para Robert, e ele estremeceu. Me virei para Noah "Não é nada demais, na verdade, só o almoço de domingo em família. Seria um prazer, Noah."


Uma emoção cruzou seu rosto, rápido demais pra que eu pudesse entender, e seu olhar caiu.

Ele sorriu e se declinou do convite educadamente.


"Muito obrigado, mas eu vou ter que deixar pra outra oportunidade. Osvaldo está preso no apartamento, e eu realmente não pretendo ter todos os meus bens destruídos."


"Busque ele" As palavras simplesmente jorraram de minha boca. Eu não sabia o porquê, mas eu simplesmente queria Noah lá. "Nós temos um quintal, eu tenho certeza que ele pode se arranjar." Eu me aproximei de Noah e falei baixo "Eu quero que você venha.”


O olhar de Noah se prendeu ao meu, e meu coração perdeu uma batida.


"Você quer?" Ela perguntou.


"Sim." Eu respondi de imediato.

Sim, eu queria que ele fosse.


"Vamos, Noah." – Rob interrompeu nossa pequena bolha "O resto da família é legal. Não nos julgue só pela Sophie."

Noah riu, enquanto eu tentava acertar a cabeça de meu irmão com um melão.

Rob se virou na direção do caixa, e eu aproveitei para olha para Noah.


"Você vem?" Perguntei esperando que minha voz não demonstrasse a esperança que eu sentia.


"Você quer que eu vá. Eu não te diria não por nada nesse mundo." – Ele respondeu olhando pra mim, intensamente.

Eu senti meu rosto corar e o sorriso se espalhar, enquanto seguíamos os passos de meu irmão até a saída.


Acompanhei Noah em seu carro até sua casa para buscar Osvaldo e mostrar o caminho da casa de meus pais, enquanto Rob seguiu com o seu carro.


Nós seguimos num silêncio confortável, enquanto uma balada qualquer tocava no rádio.

Noah dirigia apenas com uma das mãos, o outro braço apoiado na janela e um sorriso lindo no rosto.

Ele olhava para o horizonte, e eu tentei me lembrar de que encarar as pessoas não era educado. Mesmo quando elas eram tão...


"Você gostaria de entrar?"

Apenas quando Noah se virou para falar comigo, que percebi que havíamos chegado a seu apartamento.


"Eu aguardo você aqui." Respondi, desviando o olhar.

Eu não vou corar. Eu não vou corar. Pensamento positivo é o primeiro passo.


"Ok" Noah respondeu, parecendo se divertir com algo. "Eu só vou buscar Osvaldo e estarei de volta."

Noah seguiu na direção do apartamento, e eu resolvi usar esse tempo para pensar.


Por que sinceramente? Eu não havia pensado direito em nada, desde o momento em que Noah entrara em minha livraria.

Nada fazia sentido.

Nós mal nos conhecíamos direito e eu havia acabado de insistir para que ele viesse passar o dia com a minha família.


Nós mal nos conhecíamos e eu havia esperado que Noah o viesse buscar o livro ridículo que eu lhe dei por quase um mês inteiro - na minha cabeça, ela havia sentido o que eu havia sentido naquela tarde, seja lá o que fosse aquilo.

E a questão em tudo isso, é que eu não era uma garota assim.


Eu não caía de amores só porque um cara charmoso - com um gosto duvidoso pra música - havia dividido uma tarde agradável comigo.

Eu não caía de amores e ponto final.


Então por que eu não conseguia tirar o sorriso dele da minha cabeça?

Esfreguei os olhos, tentando clarear as idéias ou pelo menos tirar o bendito sorriso da mente.


Um latido chamou minha atenção, e eu me virei pra encontrar Noah e Osvaldo atravessando a rua até o carro.


Noah sorria e conversava com Osvaldo, e ele o olhava como se realmente o entendesse.

Eu já havia reparado – tudo – em Noah antes; a beleza encantadora, a tranqüilidade que parecia cercá-lo todo o tempo, como se tivesse certeza de cada coisa que dizia.


Mas agora, sob a luz do sol forte... Ele era de tirar o fôlego.


Noah entrou no carro após acomodar Osvaldo, ainda sorrindo, e eu não pude deixar de sorrir também.

Seus olhos se prenderam aos meus, e um suspiro escapou de seus lábios.

Ele correu os dedos pelos cabelos, desconfortável.


"O que foi?" Perguntei.

Noah pareceu lutar com a decisão de ser sincero, e eu vi seu rosto se ilumina com a decisão.


"Você é... linda." Ele finalmente disse com um sorriso derrotado.


Seus olhos não desviaram de mim, mas eu pude sentir o abismo que se abria entre nós depois de cada momento desses, se erguendo novamente.


Era como se a cada passo pra frente, nós andássemos dois para trás.

Sempre que eu tinha a impressão que nós estávamos nos aproximando um do outro, Noah parecia recobrar a consciência e se afastar de mim.


"She was an angel, I saw her swimming there... I am in such a mess I can't cope with all this..."


Os acordes suaves da canção pairaram sobre nós, e eu cheguei à conclusão que se estávamos sendo sinceros, eu não queria que parássemos por ali.


"Porque você faz isso ?" Perguntei num sussurro "Você.. se afasta. Eu não consigo entender."


"Eu não..." Ele respondeu rápido, sua voz falhando na última palavra da frase "... posso. Eu não posso."


Suas palavras me atingiram como um chute certeiro.

Ele não podia.


A verdade em suas palavras era dura – não havia nada ali, além de dois desconhecidos, e uma tarde na livraria.

Era apenas o que havia sido - uma tarde na livraria.


Obviamente Noah já devia ter uma vida.

Alguém tão especial quanto ele, o esperando voltar pra casa.

Era ridículo o fato de eu ter ignorado essa possibilidade; quase tão ridículo quanto eu pensar que havia algo acontecendo aqui.


Como sempre eu havia confundido os sinais e tudo mais.

Eu diria isso a mim mesma, até que esse fato entrasse na minha cabeça problemática.


Noah olhava para frente agora, o nós das mãos apertados contra o volante.

Eu permiti que a vergonha passasse por mim, me fazendo corar, e fosse embora.


Então , num esforço sobrenatural pra que a tarde não se transformasse em um completo desastre, eu sorri para Noah e dei as direções da casa de meus pais.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

- O título do capítulo vem da música "Come Pick Me Up" de Ryan Adams.

- A canção que toca no carro, quando Noah e Sophie conversam é "An Olive Grove Facing The Sea" do Snow Patrol

- Bunny (o apelido de Sophie) em português significa "coelhinho". Ele será explicado no próximo capítulo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário